oh the drama, Banana Fish, shoujo

Hot as hell

Ohgod, it's like a real life Kazahaya.
OMGOMGOMG HE'S JUST TOO BEAUTIFUL AND GIRLY. AND MANLY.
AND I'M PROBABLY CONFUSED.
No wonder he walked both men's and women's shows for Jean-Paul Gaultier.
No wonder he ranked #98 in FHM magazine's 100 Sexiest Women in the World 2011,
even though he's a man.
Andrej Pejic, beautiful as a boy, handsome as a girl.


And so God made Andrej and said:
"That one's for you, Clamp!".
no place like home, window, beautiful day

(no subject)

Eu não quero um amor que me prenda.

Eu não preciso querer um 'eu te amo pra sempre'. Não tente fazer com que eu queira. Que raio de bem te faz querer que eu mude de opinião? Não me ameace com o calor do inferno, as tristezas da velhice ou as malditas categorias nosológicas da Psiquiatria. Não me diga que é errado eu não querer dormir de conchinha todas as noites - eu nem entendo qual a sacada de dormir de conchinha. Eu gosto de dormir com espaço, com um edredon pra puxar, pra me virar e remexer e dormir de ponta-cabeça, se quiser. Eu gosto de ter espaço na cama; conchinha não é pra mim. Eu posso amar alguém sem querer dormir (com ele, com ela, com eles) de conchinha.

Eu não quero um amor que me prenda. Eu quero amar quem, quando, onde e da forma que quiser, pelo tempo que quiser. Eu quero formas de desejo que me tornem mais gente. Eu quero formas de amor que me tornem mais humana. Eu quero ter a liberdade de amar de todas as formas como tenho a liberdade de me revirar na cama. Eu quero ceder aos desejos que quiser e não ceder aos que não quiser - eu quero escolher quais desejos me convém! Por que alguém haveria de fazer essa escolha por mim, se sou eu quem me conhece bem? Nesse momento, amar uma só pessoa, de uma só forma, é um amor que me prende. O é para mim. Agora. Pode ser o amor que me liberta, amanhã. Amanhã.

Eu quero amar cada um nas suas particularidades, e por isso amar vários. Não quero, não me faça querer amar todos. Eu não gosto de todos. Nem gosto de enganar com coisas que não desejo, não sinto ou não pretendo fazer. Eu não gosto do conceito de pessoa descartável. Eu gosto que nos amemos constantemente, no sexo, nas conversas e nas idas às praças. Eu gosto de amar amigos, e gosto de tornar amigos aqueles que eu amo. Eu gosto de às vezes não entender tudo, de fazer confusão, de repensar o que já penso, de dizer 'mas achei que...' - tudo isso me mantém viva. Eu gosto de não ter certeza, adoro não ter certeza. Quem sou eu pra ter certeza? Por que deveria querer algo assim?

Eu quero viver recitando aquele verso do poeta, de que muitos tenho amado, mas a nenhum amo mais do que você; e eu o recito para mim mesma.

contract, that man is evil, gd

OOOOH YEAAH!





THIS.


                                        =

   

  & MUCH MORE!!!1

I WILL LOVE YOU FOREVER FOR THIS, CLAMP unless you mess real bad with my boys or the story. Like, giving Rikuo a girlfriend, or taking Saiga's sunglasses away. Shit like this. Please, don't do this kinda shit. Don't shit with my Gouhou Drug, CLAMP. D:


THEY'RE COMING BACK!!! OMG, THEY'RE SO BEAUTIFUL!!!

I read somewhere this advertisement pointed to a change in style - GD will be published in a seinen magazine (not in a shoujo one, as it was before). No good. This probably means no sex between Kazahaya & Rikuo as if there ever were sex before. Nope, but some really kinky drawings, yeah :D  and a lot of bold fights and some extra clumsiness per Kazahaya's side instead. :/ Still, I'll wait and see. And I'm happy, anyway. THEY'RE BACK, BABY. ♥
Cowbe, I have the hots for him, cheers

Saldo do dia (quisera que fosse de todos os dias...)

- Um livro ganho na promoção Marx-Engels da Boitempo Editorial: Manifesto Comunista! :) E eu que jurava que nunca ia ganhar nem camiseta de posto de gasolina na minha vida de garota sem sorte...

- Um elogio daquele amigo gostoso, meio bobo e absolutamente mulherengo - que entra na contagem porque elogio de um cara gostoso sempre faz bem, vá.

- A evitação de uma viagem cansativa e desnecessária com a irmã que vai fazer cirurgia no nariz.

- Palavras do amigo poeta.

- Um oi do cara que você conheceu, gostou e beijou no barzinho no último fim-de-semana. É um daqueles caras que você nunca vai esperar encontrar nesse barzinho. Quando acha que vai chegar beijando, ele espera; quando acha que vai te chamar de gostosa, ele fala do seu sorriso; quando acha que agora é o momento em que ele inevitavelmente vai te agarrar, ele espera até a música mais lenta começar pra chegar mais perto, tão adorável apesar da barba e cabelo raspado, os brincos e o piercing no mamilo esquerdo. Você se lembra do nome desse cara no outro dia, apesar do assombroso poder amnésico que as cervejas normalmente têm. Você envia mensagem pra ele um dia antes do que normalmente se obriga a fazer, o tal período que as mulheres devem respeitar para se sentirem devidamente bem por estarem contatando um cara que só viram uma vez.
E o melhor de tudo é que ele se lembra. Ele se lembra de quando você disse que curtia Cab Calloway e Django Reinhardt, e sabe Deus que horas eram daquela madrugada. Ele lembrou, por isso ele te diz "Oi Jazz!".

Garoto, você se encaixa na minha visão poética do cotidiano.


Chet Baker, se fazendo de rogado